

Os rebeldes das Farc mantêm cerca de 800 reféns em esconderijos na selva.
- O destino de três reféns colombianos se transformou no centro das atenções internacionais desde que o grupo rebelde Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) prometeu que iria libertá-los, em dezembro.
Os reféns são a ex-candidata a vice-presidente da Colômbia Clara Rojas, seu filho Emmanuel - que nasceu em cativeiro e, acredita-se, tem como pai um dos seqüestradores - e a ex-parlamentar Consuelo González de Perdomo.
No entanto, no último dia de 2007, uma missão internacional que estava na Colômbia para acompanhar a entrega dos reféns, liderada pelo presidente da Venezuela, Hugo Chávez, foi suspensa em meio a acusações mútuas entre o governo colombiano e as Farc.
O destino desses e de outros reféns da guerrilha permanece incerto. Entenda a situação dos reféns na Colômbia.
Acredita-se que as Farc mantenham cerca de 800 reféns em campos secretos na selva. Muitas dessas pessoas foram seqüestradas para que o dinheiro dos resgates pudesse financiar as operações da guerrilha.
Entre as pessoas seqüestradas pelas Farc há um grupo de 45 reféns considerados importantes, porque podem ser trocados por guerrilheiros mantidos em prisões na Colômbia. Os rebeldes querem trocar esses 45 reféns, entre os quais estão políticos e militares, por cerca de 500 guerrilheiros presos.
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